Corre que lá vem…

Corre que lá vem…

E continuando nossa coluna de dia das Bruxas, vamos falar logo do Lobisomem. Mas não é aquele que foi visto na rua de cima, perto do cemitério e do posto de gasolina, não, viu?

Bom, a lenda do Lobisomem tem origem europeia. Ela retrata um monstro violento com formas humanas e de lobo, que se alimenta de sangue (será um Vampilobo?)

Acredita – se que quando uma mulher tem sete filhas e o oitavo é homem, esse último provavelmente será um Lobisomem (então é a melhor comprar logo uma smartv porque o custo de vida tá pela hora da morte).

Em algumas versões, a lenda apresenta outras características, como a manifestação do Lobisomem em crianças não batizadas.

A transformação do homem em Lobisomem ocorre nas encruzilhadas em noites de lua cheia por volta da meia – noite. Ao amanhecer, ele torna – se novamente humano (e cheio de sangue).

MUITOS ACREDITAM QUE O LOBISOMEM SE TRANSFORMA NAS NOITES DE SEXTA – FEIRA, POR ISSO, VEREMOS ESSA HISTÓRIA AGORA, NOW!

O número 13 era considerado portador de má sorte em várias culturas ocidentais, assim como a sexta – feira. Por isso, quando os dois coincidiam, as pessoas acreditavam que as chances de algo sair errado multiplicavam.

Esta crença popular tem origem nas lendas nórdicas, nos costumes do Império Romano e no cristianismo.

Fonte: www.todamateria.com.br

MULA SEM CABEÇA

A lenda da Mula sem Cabeça tem origem europeia e foi trazida ao Brasil pelos portugueses (ora, pois) durante a colonização. Acredita –se que ela fazia parte de um esforço para reforçar os valores morais da época.

A Mula sem Cabeça é uma mula (não… é um coelho, nesse comentário irônico) marrom que, em lugar da cabeça, tem uma tocha de fogo. Segundo a lenda, ela corre em disparada pelas matas e relincha tão alto que se ouve a muitos metros de distância.

No folclore, a Mula sem Cabeça é uma figura amaldiçoada, em forma de punição a mulheres que se relacionassem com padres (segura que aqui em Piripiri tem várias…). A lenda tradicional diz que a mulher com essa maldita se transforma em mula na passagem da quinta – feira para a sexta – feira e só retorna à sua forma humana quando o galo canta três vezes.

Enquanto está na forma de Mula sem Cabeça, ela tem um relincho que é confundido com um lamento de dor.

Fonte: www.dentrodahistoria.com.br

E NÃO PODIA FALTAR A LENDA DE NOSSA TERRINHA E ESSA É BEM ATUAL E TODO MUNDO LEMBRA, EU ACHO. SIM, ESTOU FALANDO DA VELHA DE CADEIRA DE RODAS

Nos idos de 2014, moradores do bairro Germano, em Piripiri, andavam alvoraçados com uma aparição nada comum: uma velha sentada em uma cadeira de rodas que transitava pelas ruas daquele bairro altas horas da noite.

Quando alguém dava de cara com a entidade, essa o perseguia em sua veloz cadeira de rodas, e só com muita reza e um pouquinho de ajuda divina, a velha fantasma desaparecia.

Mas não era só os pedestres que ela assombrava, não. Como as coisas do sobrenatural não têm mesmo explicação, o que se dizia na época é que a danada era tão veloz naquela cadeira de rodas, que perseguia até mesmo carros e motos, assombrando os motoristas que percorriam aquelas ruas altas horas da morte.

Todos na cidade já andavam com medo, pois alguns relatos davam conta de que a entidade sobrenatural já era vista em outros pontos da cidade. O pavor era imenso e o povo passou a evitar transitar pelas ruas na madrugada, de modo que diminuíram os relatos de aparição da velha de cadeira de rodas, mas o povo acredita que, por mais que não seja mais vista, ela ainda anda vagando por aí, esperando por uma vítima a quem possa perseguir em sua cadeira de rodas.

Ao meu ver, a velha da cadeira de rodas tinha que ter aparecido no começo da pandemia, para botar para casa aqueles que nunca pararam em casa. Duvido que depois de uma carreira dela, ainda ia inventar de sair de casa.

Fonte: www.causosassustadoresdopiaui.wordpress.com

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Bila Cavalcante

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