Coelhinho da Páscoa que trazes…

Coelhinho da Páscoa que trazes…

Primeiramente, boa tarde!

Segundamente, gostaria de lembrar que já estamos na semana santa, mesmo o carnaval sendo só próxima semana. Tempos modernos nos trazem esse tipo de confusão, mas tenhamos a esperança que ano que vem tudo será “normal”.

Então a coluna de hoje é aproveitando essa semana, onde a bondade and caridade preenche nossos corações e lembrar aos meus queridos e amados leitores que ainda tenho planos de comprar a bicicleta e sair da vida sedentária. Conto com a parceria de vocês para conseguir essa proeza e infartar 3 vezes.

Quero, também, lembrar as minhas amigas para terem cuidado na madrugada de quarta para quinta, pois é o dia de invadir o quintal alheio e pegar uma colega (galinha) pra ir comer no primeiro boteco que esteja aberto. Lembrar, também, que na sexta não pode beber, por isso é tradição os bares fecharem meia noite de quinta para sexta e só reabrirem meia noite da sexta para o sábado. No sábado e domingo é liberado encher o fiofó de cachaça e carne vermelha, e no domingo ainda tem o ovo de páscoa para ajudar na ressaca.

Hoje vou tentar explicar essa tradição dos ovos de Páscoa e do nosso amiguinho Coelhinho da Páscoa (que trazes pra mim, um ovo, dois ovos, três ovos…).

Bom, conta a lenda que Maria Madalena, ao chegar no sepulcro onde Jesus, supostamente estaria enterro, só entrou um coelho la. O coelho seria o primeiro ser vivo a testemunhas a ressurreição de Jesus. Aí ele ganhou o privilégio de anunciar a boa nova às crianças do mundo inteiro na manhã da Páscoa, sendo ele o portador do ovo de chocolate.

O ovo é um símbolo de vida e renascimento. O porquê, não me perguntem. Povos da Antiguidade, como os romanos, propagavam a ideia de que o Universo teria a sugestiva forma oval (mas essa ainda, minha gente). Na Idade Média, houve quem acreditasse que o mundo teria surgido dentro da casca de um ovo (E somos todos coelhos, mas apenas os selecionados viram Coelhinho da Páscoa… am ram, senta lá, Cláudia…).

Então, logo, estabeleceu – se o hábito de presentear uns aos outros com ovos de galinha (tinha nem graça…). Alguns historiadores especulam que essa tradição teria surgido entre os persas. Outros atribuem sua origem aos chineses. Mas o que importa mesmo é que atualmente os ovos são de chocolate e as fábricas, sejam grandes ou artesanais, lucram bastante. E para quem se importa, já estou aceitando ovos de páscoa da Lacta (BIS ou GALAX) de presente. De já, agradeço.

Fonte: https://www.bbc.com

Bila Cavalcante

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