Abre a boca, mas não é royal

É, pessoas que leem esse humilde blog, tô de volta a cadeira do dentista, nesse caso, da dentista. Parece uma praga que me persegue desde os oito anos de idade.

Na primeira leva, fui até o mestrado do dentista, na época, o Dr Vagner Moura. Foram 300 aparelhos até chegar no definitivo (lógico que foram menos que 300, mas tenho que deixar a coluna dramática e exagerada). Passei só dez aninhos com a boca cheia de ferro. A pura CDF, já que nesse período comecei a usar óculos. Outra praga, que ficará para outra coluna.

Mas continuando a saga do aparelho odontológica: na primeira vez foram dez anos, como já disse acima, a parte inferior ficou nos trinques, aí euzinha, muito sabidinha na arte do aparelho, disse pro dentista que podia tirar a parte superior também. Ele avisou que voltaria e eu nem tchum para ele. Pois tome, Bila, que anos depois voltou mesmo!

Mas não botei o rabo entre as pernas e não voltei no Dr Vagner. Dessa vez, meti a família no babado e foi a vez da Dra Daniele Silva e Dr Diogenes Silva colocarem os ferros. Mas calma que dessa vez, que era para ser apenas um ano, devem ter uns 3 anos. Só ia fazer a manutenção quando o aparelho quebrava e cortava minha boca. O importante é que broncas dela (te prepara aí, dra Valdelia) e a boca cortada, os dentes ficaram no lugar certo e tirei o aparelho.

Pois não é que agora, esses alecrins mais que dourados resolveram sair do lugar, pela terceira vez (vou pedir música no Fantástico, ó) e cá estou eu, novamente, com a boca cheia de ferro, que nos primeiros dias te fazem entrar em regime forçado. Conseguir mastigar, só em sonho e olhe lá.

Agora é a vez da Dra Valdelia Carvalho botar os alecrins dourados nos seus devidos lugares. E, sim, ela notou toda a minha ‘felicidade’ enquanto botava o aparelho na parte superior (a de cima). Ainda falta a parte inferior (de baixo), porque não tem graça nenhuma usar aparelho ou só superior ou so inferior. Tem que ser logo é nos dois. E, mais uma vez, vou me disfarçar de CDF e usar o ‘bendito’ óculos com o alecrim dourado do aparelho. Mas pena mesmo tenho é da Dra Valdélia, que vai ter atualizar sempre o repertório de sofrência durante a consulta.

Se é para penar, quero pacote completo: as histórias engraçadas com a música triste de fundo. Ah! E nem adianta brigar, porque todo mês (e se for todo mês, a briga será a mesma) os descuidos será o mesmo.

Amiga Marquezine, que sua calma e paciência tripliquem e não desista dos meus alecrins dourados. Teremos, agora, vários encontros.

E é claro que eu não poderia deixar de citar o Dr Plínio, que me desculpe ele, mas não lembro mais o sobrenome dele. Dr Plínio foi quem tirou meus 4 sisos (e no dia que arranque o último, ele me liberou para a primeira noite do primeiro Piauí Pop, só me pedindo para não pular muito e nem baixar a cabeça, e sim, claro, eu fui).

Não poderia deixar de cita – ló, pois foi ele quem me mostrou aquele que veio para ficar na vida toda: o PERIOGARD! Quem pensou outra, continua torcendo por mim, por favor.

Bom, tirando as consultas de só colocar flúor, no dr Geraldo Aguiar, esses foram e são os dentistas que já viram minha linda boca. E minha forma de homenagear – lós hoje, assim como parabenizo a tia Áurea e os primos Vinícius e Gabriel, em nome de todos os amigos dentistas.

E claro, que, novamente, volto a lembrar que você pode anunciar sua loja, empresa, empreendimento com uma coluna caprichada e bem alto astral. É só entrar em contato através do e-mail [email protected] ou pelas redes sociais da Bila Cavalcante. Estou sempre a disposição.

Bila Cavalcante

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